segunda-feira, 14 de março de 2011

SUJEITO E TIPOS DE SUJEITO

SUJEITO


"Ela engravidou." Onde está o sujeito?

Nas salas de aula, bem como nas delegacias, ouve-se muito a pergunta "onde está o sujeito". Guardadas as devidas proporções, ele, muitas vezes, está oculto e até indeterminado. Fato é que dentre os termos da oração, um de função extremamente importante é o sujeito. Muitas vezes, ouço alunos falando que sujeito é aquele que pratica uma ação e predicado é aquilo que sobra. Vejamos se estes conceitos estão corretos:
Sujeito: é o termo da oração que funciona como suporte de uma afirmação feita través do predicado.
Predicado: é o termo da oração que, através de um verbo, projeta alguma afirmação sobre o sujeito.
Exemplo simples disso é a afirmação abaixo:
"Ontem, um desocupado usou de má fé com usuários do Orkut."

Em amarelo, temos o sujeito. Em verde o predicado.
Há três critérios que, somados, podem ajudar a localizar o sujeito de uma oração:

• critério da concordância: o verbo está sempre na mesma pessoa e número que o seu sujeito;

• critério da posição: usualmente, o sujeito precede o verbo e, mesmo que venha depois, pode ser transposto naturalmente para antes;

• critério da permutação: quando o núcleo do sujeito é um substantivo, pode ser permutado pelos pronomes ele, ela, eles, elas.

 

TIPOS DE SUJEITO
O Sujeito Simples apresenta um só núcleo (um substantivo ou equivalente): As estrelas brilham no firmamento. (quem brilha...?)
O Sujeito Composto apresenta mais de um núcleo:
=> Pedro e Paulo viajaram. (quem viajou...?)
O Sujeito Será Determinado quando identificável na oração. O sujeito jamais estará oculto ou elíptico. Quando construímos: Fomos roubados, o sujeito está claro na desinência verbal; fomos é 1ª. pessoa do plural, portanto: Nós fomos roubados.
O Sujeito Será Indeterminado quando não pudermos determiná-lo ou especificá-lo, ou seja, sua identidade é desconhecida. Para indeterminar o sujeito a língua vale-se de um destes dois expedientes:
a) empregar o verbo na 3ª pessoa do plural:
Roubaram meu lápis. (quem roubou...?)
b) usá-lo na 3ª pessoa do singular acompanhado da partícula [se], exceto o transitivo direto: Precisa-se de datilógrafos.
Veja: Concordâncias de Verbos + Se. (clique no link)
A Oração sem Sujeito traz um verbo impessoal. São verbos impessoais: os que denotam fenômenos da natureza: choveu, trovejou, nevou, anoiteceu, etc., e os verbos haver, fazer e ser, empregados impessoalmente. Veja: Concordância dos Verbos Impessoais.

 

DIA DO CIRCO - 27 DE MARÇO

 
 
Piolim – o maior palhaço do Brasil
O dia do circo foi criado em homenagem ao palhaço Piolim, Abelardo Pinto, que comandou o circo Piolim por mais de trinta anos.
Seu pai havia sido dono de circo quando esse era pequeno, local onde aprendeu a tocar violino, a fazer contorcionismos e acrobacias.
A data foi instituída em razão de seu nascimento, no ano de 1897, em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo.
Abelardo chegou a fazer espetáculos beneficentes, junto com um grupo de artistas espanhóis, que lhe deram o apelido de Piolim, que significa barbante, devido às pernas compridas e também por sua magreza.
Piolim era engajado com os movimentos artísticos e culturais, sempre preocupado em divulgar a arte como forma de expressão cultural.
Foi homenageado pelos intelectuais da semana de arte moderna (Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfati, e outros) em 1922, como o maior artista popular brasileiro.
Em dois de agosto de 1931 recebeu uma homenagem de Mário de Andrade, através de uma crônica que demonstrava seu encantamento com a arte do circo de Piolim.
Um dos maiores sonhos desse palhaço era montar uma escola circense, para manter as tradições artísticas e culturais do circo, mas morreu antes de concretizá-lo, aos 76 anos de idade, no ano de 1973.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil
Escola


DIA: 15-03 DIA DA ESCOLA


A escola, depois da família, é o primeiro grupo social a que pertencemos. E grupos sociais são importantes para que aprendamos a interagir com pessoas, a conhecer novos comportamentos e a respeitar uns aos outros. Além do mais, a escola é fonte de conhecimento e educação, tanto formal quanto informal, é um espaço onde o aluno é o protagonista e aprende a desenvolver suas atividades, além de ser um laboratório de inclusão social, promovendo no jovem o sentido de importância da comunidade.
Durante todo o nosso crescimento, precisamos de um referencial e essa é uma das principais funções da escola. Cada fase do aluno, novas necessidades e capacidades devem ser exploradas e para isso, a escola deve dispor de uma gama de profissionais como orientadores educacionais, professores e psicólogos.
Infelizmente, a educação no Brasil ainda não está satisfatória, apesar de índices cada vez mais positivos. Há um aumento da taxa de alfabetização, aumento do número de alunos que completam o nível superior, novas escolas de ensino fundamental foram construídas e há uma queda no índice de evasão escolar.
Autor: Juscelino Tanaka